O senador Jayme Campos reuniu-se com a diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), na sede da entidade, para tratar de duas pautas legislativas de extrema relevância para o setor agropecuário. O encontro teve como foco o apoio à aprovação dos Projetos de Lei n.º 5122/2023 e n.º 2827/2025, que tratam, respectivamente, da renegociação de dívidas rurais e do reconhecimento do arrendamento como atividade rural para fins tributários.
Durante a reunião, o presidente da Famato, Vilmondes Tomain, destacou a preocupação com o cenário vivido pelos produtores rurais. “O endividamento está comprometendo a saúde financeira de grande parte do setor. Precisamos da aprovação do PL 5122 com urgência, incluindo os pecuaristas e municípios com safra única”, afirmou.
O senador Jayme garantiu empenho na tramitação. “Esse projeto é fundamental para a sobrevivência da agricultura e da pecuária no Brasil. Vamos trabalhar para que ele seja votado diretamente no plenário, com as correções necessárias”, garantiu. De autoria do deputado Domingos Neto (PSD-CE), o PL 5122/2023 permite a liquidação, anistia e renegociação de dívidas de crédito rural contratadas até 31 de dezembro de 2020, com condições especiais como carência de até 24 meses e rebate de até 50% nos juros.
A Famato defende que o texto contemple também a pecuária e municípios com apenas uma safra, como, por exemplo, em Poconé.
Outra pauta levada ao senador foi o PL 2827/2025, do deputado Pedro Lupion (PP-PR), que altera a Lei n.º 8.023/1990 para incluir os rendimentos do arrendamento rural no conceito de atividade rural. A medida responde a autuações da Receita Federal que têm requalificado contratos como aluguéis, elevando a carga tributária. “Esse projeto traz segurança jurídica e garante que o dinheiro fique no bolso de quem produz. O arrendamento é uma ferramenta legítima de geração de renda no campo”, destacou Vilmondes Tomain.
Da Famato, participaram da reunião o diretor de Relações Institucionais, Ronaldo Vinha, o diretor Administrativo e Financeiro, Robson Marques e o superintendente Cleiton Gauer, além do vice-presidente regional e ex-presidente do Sindicato Rural de Poconé, Raul Costa Neto.
O senador Jayme Campos comentou a morte de um adolescente de 14 anos ocorrida em Cáceres (MT), em um crime ligado a facções criminosas. Em conversa com o prefeito da cidade, o parlamentar ressaltou a gravidade da situação e a necessidade de medidas urgentes para combater a criminalidade no estado.
“É um assunto que temos que tratar com muita seriedade”, afirmou Jayme Campos, destacando que o crime evidencia o crescimento da atuação de facções, não apenas em Mato Grosso, mas em diversos estados do país.
O senador defendeu a revisão da legislação brasileira em relação à maioridade penal.
“Primeiro, endurecemos a nossa lei. Eu quero crer que é fundamental que nós reduzamos a maioridade. Há 16 anos, nos Estados Unidos, jovens que cometem crimes vão para a cadeia, enquanto no Brasil isso não acontece”, disse.
Jayme Campos também ressaltou a importância de reforçar a segurança pública no estado, não apenas com tecnologias, mas com o aumento do efetivo policial nas ruas.
“Caso contrário, estamos perdendo o combate ao crime organizado aqui em Mato Grosso. A sociedade vive um clima de insegurança total, não só no interior, como também na capital”, declarou.
O senador aproveitou a oportunidade para parabenizar a iniciativa do prefeito de Cáceres e enfatizou que é responsabilidade de autoridades públicas e da população enfrentar o avanço das facções criminosas.
“Todos em Mato Grosso, sejam autoridades ou cidadãos, precisam se preocupar para que possamos eliminar essas facções com força total do governo”, afirmou. O diálogo entre o senador e o prefeito reforça a necessidade de ações coordenadas entre Executivo e Legislativo para fortalecer a segurança pública e proteger crianças e adolescentes em todo o estado.
O senador Jayme Campos (União Brasil-MT) defendeu que a proteção ambiental deve andar de mãos dadas com a ampla defesa dos produtores rurais. Para o parlamentar, medidas que tratem o dono da terra como culpado antes de qualquer investigação geram insegurança no campo. “Não existe justiça sem ampla defesa. O produtor rural merece respeito”, disse o parlamentar.
Jayme Campos reforçou que a preservação ambiental é um dever de todos, mas alertou para os riscos de medidas que tratem o proprietário como culpado antes de qualquer investigação. “Imagine perder seu patrimônio por um incêndio que nem começou na sua propriedade, sem ter a chance de se defender. Isso gera medo, insegurança jurídica e penaliza quem produz com responsabilidade”, declarou.
O senador destacou que o Brasil deve ser firme no combate a crimes ambientais, mas que é essencial diferenciar o verdadeiro infrator do produtor de boa-fé.
“Penalizar sem investigar é injustiça. E contra isso sempre levantarei minha voz”, enfatizou.
Para Jayme Campos, o caminho é garantir justiça, equilíbrio e segurança jurídica, assegurando que a legislação ambiental seja aplicada de forma correta, sem prejudicar quem atua legalmente e contribui para a produção responsável.
O senador Jayme Campos afirmou que, ao longo de 2025, mais de R$ 30 milhões estiveram disponíveis para investimentos em Várzea Grande, oriundos de emendas parlamentares já pagas e totalmente liberadas. Segundo o parlamentar, os recursos estão aptos para execução, restando apenas a apresentação dos projetos por parte do Poder Executivo municipal para que as obras e ações possam sair do papel.
De acordo com Jayme Campos, os valores garantidos representam uma oportunidade importante para o avanço da infraestrutura, melhorias em áreas essenciais e fortalecimento dos serviços públicos oferecidos à população várzea-grandense. “Esses recursos já estão liberados, prontos para serem investidos. Falta apenas que os projetos sejam apresentados para que as obras possam avançar”, destacou.
O senador reforçou seu compromisso com o desenvolvimento do município e de todo o estado. “Sigo trabalhando incansavelmente por Várzea Grande e por todo o Estado de Mato Grosso, sempre em busca de um futuro melhor para nossa população”, afirmou.
Jayme Campos ressaltou ainda que a destinação de emendas é fruto de articulação política e diálogo constante com lideranças locais, visando garantir investimentos que impactem diretamente a qualidade de vida da população e promovam o crescimento sustentável de Mato Grosso.
O senador Jayme Campos (União Brasil-MT) confirmou ter assinado o novo pedido de prisão humanitária em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro, hoje detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. O parlamentar se juntou a mais de 40 congressistas que subscreveram o requerimento encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no Supremo Tribunal Federal.
A adesão de Campos foi registrada oficialmente na terça-feira (6). A coleta de assinaturas terminou na sexta-feira (9), segundo o documento coordenado pelo senador Wilder Morais (PL-GO). Entre os signatários está também o senador Wellington Fagundes (PL-MT).
Em publicações nas redes sociais, Jayme Campos afirmou ter sido alvo de fake news que davam conta de sua recusa em apoiar o pedido. “A verdade sempre aparece. Sigo com transparência e responsabilidade, fazendo o que precisa ser feito”, escreveu.
No texto direcionado a Moraes, os parlamentares alegam que Bolsonaro apresenta “quadro clínico grave, complexo e progressivamente agravado”, com enfermidades de natureza cardiovascular, digestiva, renal, respiratória e metabólica. Parte dos problemas, apontam, seria consequência das sequelas deixadas pelo atentado à faca sofrido pelo então candidato em 2018. Por isso, solicitam a transferência do ex-presidente para prisão domiciliar ou estabelecimento de saúde adequado.
Com a documentação já protocolada, caberá ao ministro Alexandre de Moraes decidir se acata o pedido. Além do requerimento subscrito por Campos, outros parlamentares e lideranças políticas vêm apresentando manifestações favoráveis à mudança do regime de detenção de Bolsonaro, reforçando o argumento de deterioração clínica. Não há prazo definido para que o Supremo Tribunal Federal se pronuncie sobre o pedido de prisão humanitária.
O senador Jayme Campos defendeu a isenção do Imposto de Renda para todos os aposentados, afirmando que a tributação sobre esse grupo representa uma penalização injusta a pessoas que já contribuíram ao longo de toda a vida laboral e que enfrentam custos elevados na fase da aposentadoria.
Para o senador, muitos aposentados convivem com despesas crescentes, especialmente relacionadas à saúde, o que torna a cobrança de imposto ainda mais onerosa. “Tributar os aposentados significa penalizar quem já deu tudo pelo país e vive uma fase da vida com custos elevados, especialmente com saúde”, afirmou.
Segundo Jayme Campos, a proposta de isenção busca garantir dignidade, justiça fiscal e proteção social a quem depende da aposentadoria para sobreviver. Ele ressaltou que a renda dos aposentados, em grande parte dos casos, é comprometida por gastos com medicamentos, tratamentos médicos e planos de saúde.
O senador também argumentou que a medida pode representar um avanço na correção de distorções do sistema tributário brasileiro, que, segundo ele, precisa ser mais sensível às realidades sociais e econômicas da população idosa.
Jayme Campos reforçou que seguirá atuando no Congresso Nacional para ampliar o debate sobre o tema e buscar apoio para iniciativas que assegurem melhor qualidade de vida aos aposentados, defendendo que a política fiscal deve levar em conta a condição de quem já cumpriu seu papel no desenvolvimento do país.






