Recursos alcançam municípios de diferentes regiões do estado e reafirmam compromisso do senador com o fortalecimento das cidades
O Governo Federal acaba de liberar mais R$ 14,2 milhões em recursos para saúde e infraestrutura em Mato Grosso, objetos de emendas ao Orçamento da União apresentadas pelo senador Jayme Campos (União-MT). Do total que já se encontra nas contas do Governo do Estado e das prefeituras, R$ 9 milhões foram direcionados para infraestrutura e o restante – R$ 5,2 milhões – para o fortalecimento da rede de atendimento de saúde pública.
A distribuição dos recursos reforça um perfil político ligado ao municipalismo e à presença efetiva junto às cidades. Ao longo de sua vida pública, Jayme Campos construiu uma trajetória associada à gestão e à administração local, o que ajuda a explicar a prioridade dada a áreas sensíveis para a população, como atendimento em saúde e obras de infraestrutura.
“Meu mandato é municipalista por convicção e por história. Conheço a realidade das prefeituras, conheço as dificuldades dos gestores e sei o quanto um recurso bem aplicado pode melhorar a vida da população. É por isso que temos buscado atender todos os municípios de Mato Grosso, independentemente de partido, com responsabilidade e espírito público” – frisou o senador.
Os recursos para infraestrutura foram liberados através do Ministério do Desenvolvimento Regional e deverão ser utilizados para aquisição de veículos, caminhões, tratores, máquinas e equipamentos para serem distribuídos a todos os municípios. O município de Nossa Senhora do Livramento, recebeu R$ 382 mil para obras de infraestrutura via recursos do Ministério das Cidades.
Jayme Campos destacou que sua atuação parlamentar tem buscado alcançar todas as regiões de Mato Grosso, sem distinção político-partidária, com foco no atendimento das demandas mais urgentes da população. Segundo ele, o compromisso do mandato é assegurar que os recursos cheguem à ponta, onde a vida das pessoas acontece e onde os serviços públicos precisam funcionar com mais eficiência.
Além desse novo bloco de liberações para saúde e infraestrutura, o senador também viabilizou, ao longo deste ano, outros repasses importantes. Entre eles, R$ 2,8 milhões para Figueirópolis d’Oeste, destinados à recuperação de estradas vicinais; R$ 750 mil para Pontal do Araguaia; R$ 12 milhões para o Governo do Estado, voltados ao custeio de procedimentos de maior complexidade na saúde, como exames, cirurgias e internações; e ainda R$ 2,7 milhões para a assistência social, contemplando Nova Bandeirantes, São José do Povo, Pontal do Araguaia e Poconé.
Senador foi condecorado com medalha de mérito e reafirmou compromisso com o fortalecimento da corporação, inclusive por meio de emendas
A direção da Polícia Federal em Mato Grosso homenageou, nesta sexta-feira (17), o senador Jayme Campos (União-MT) pelos relevantes serviços prestados em defesa e no fortalecimento da instituição no Estado. O parlamentar foi agraciado com uma medalha de mérito, entregue pelo superintendente regional da PF, delegado Fabrício Braga, que agradeceu o empenho e o apoio demonstrados por Jayme Campos às demandas da corporação.
Ao receber a homenagem, o senador mato-grossense destacou sua ligação histórica com a Polícia Federal e o respeito que sempre dedicou à instituição. Ele lembrou que, quando governou Mato Grosso, na década de 1990, teve como primeiro secretário de Segurança Pública o delegado aposentado da Polícia Federal Antônio Martinez Peres, que integrou sua equipe no início da gestão.
Jayme Campos ressaltou que a defesa do fortalecimento da Polícia Federal não é apenas um gesto de apreço institucional, mas uma obrigação de quem exerce mandato público. Segundo ele, a corporação presta um serviço essencial ao país, tanto no combate ao tráfico de drogas quanto nas investigações voltadas à proteção do patrimônio público e ao enfrentamento de fraudes e outros ilícitos.
Nesse contexto, o senador afirmou que, sempre que possível, tem contribuído para a estruturação da Polícia Federal por meio da destinação de emendas ao Orçamento da União.
Durante a solenidade, Jayme Campos também revelou que decidiu declinar do convite para relatar o Orçamento da União de 2027, em razão do período eleitoral, no qual deverá disputar o Governo de Mato Grosso. Ainda assim, assegurou que continuará atuando em favor da Polícia Federal.
“De modo que, sempre que possível, podem contar com o apoio do senador Jayme Campos, porque fortalecer a Polícia Federal representa prestar um grande serviço ao povo brasileiro”, afirmou, ao agradecer a honraria.
O senador convidou representantes da Polícia Federal para uma agenda com a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, com o objetivo de discutir pautas relacionadas às carreiras da Polícia Federal e também da Receita Federal em Mato Grosso. A audiência deverá ocorrer após o feriado de Tiradentes.
Proposta eleva o limite anual de faturamento de R$ 81 mil para R$ 130 mil e autoriza a contratação de até dois empregados
A Câmara dos Deputados deu um novo passo na tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, de autoria do senador Jayme Campos (União-MT), ao formalizar a criação de uma Comissão Especial para analisar a proposta. O ato, assinado pelo presidente Hugo Motta (Republicanos) representa a redução de etapas, já que a matéria, antes de ir a plenário, passaria pela análise de quadro comissões temáticas.
Apresentado em julho de 2021 e aprovado pelo Plenário do Senado em agosto do mesmo ano, o projeto altera o Estatuto da Micro e Pequena Empresa para elevar de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida ao microempreendedor individual (MEI). O texto também amplia de um para até dois o número de empregados que poderão ser contratados nessa modalidade.
Na Câmara, o tema voltou a ganhar tração neste ano. Em março, os deputados aprovaram o regime de urgência para o PLP 108/2021. Agora, com a instalação de uma comissão especial, a proposta entra em nova fase de discussão. O colegiado deverá ouvir Governo, especialistas e representantes dos microempreendedores. O deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC) foi escolhido para relatar a matéria.
Autor da proposta, Jayme Campos vem mantendo atuação constante em defesa da atualização do teto do MEI Ele tem cobrado insistentemente a votação do projeto por considerar a medida como instrumento de fortalecimento dos pequenos negócios e estímulo à geração de empregos.
Ao longo da tramitação, Jayme tem sustentado que a mudança corrige a defasagem dos limites de enquadramento e adapta a legislação à realidade dos microempreendedores brasileiros. Com a criação da comissão especial, o projeto ganha novo impulso e volta ao centro do debate sobre apoio aos pequenos negócios e ampliação de oportunidades para quem empreende no país.
Senador mato-grossense ressaltou a importância do leonismo para o país, exaltou o trabalho social da instituição
A memória de Whady Lacerda, falecido no último dia 2 de abril, aos 86 anos, foi destacada pelo senador Jayme Campos (União-MT), durante sessão especial realizada pelo Senado Federal em referência ao Dia do Leonismo Nacional. Lacerda presidiu por muitos anos o Instituto Lions da Visão e era associado fundador e presidente do Lions Clube Cuiabá Visão Solidária e, segundo o senador, “deixou um ‘legado extraordinário’ de humanismo.
Procurador-geral do Estado durante seu Governo, na década de 1990, Jayme Campos ressaltou que Wady Lacerda se caracterizou ao longo do tempo por se constituir em liderança comprometida com causas coletivas. Ele ressaltou que Lacerda “compreendeu que devolver ou preservar a visão de uma pessoa é mais do que um gesto médico ou assistencial: é devolver autonomia, dignidade, esperança e futuro”.
“Em sua caminhada, o voluntariado não foi ornamento; foi missão. A solidariedade não foi discurso; foi prática. E o serviço ao próximo não foi ocasião; foi vocação permanente – afirmou o senador. No Lions, Whady Lacerda foi mais do que participante. Foi protagonista”.
O Instituto Lions da Visão em Cuiabá é considerado crucial para Mato Grosso por ser referência filantrópica, atendendo pacientes de todo o estado através do SUS. Ele abriga um dos maiores hospitais oftalmológicos da América Latina, com capacidade para 300 cirurgias/dia, crucial para reduzir filas de espera, além de realizar triagens oftalmológicas em escolas municipais.
Ao final, o senador associou a homenagem institucional prestada pelo Senado ao Lions Clube a uma homenagem humana e fraterna à família de Whady Lacerda, reiterando solidariedade e respeito. Também manifestou reverência ao Lions Clube e reconhecimento aos seus membros pela contribuição prestada à sociedade.
Da tribuna, senador de Mato Grosso alerta para crise no campo, restrição ao crédito e risco de queda na arrecadação
O senador Jayme Campos (União-MT) cobrou nesta terça-feira (14), da tribuna do Senado, urgência na tramitação do Projeto de Lei 5.122/2023, que trata da renegociação de dívidas do setor rural. Em pronunciamento, o parlamentar afirmou que o endividamento no campo, a limitação ao crédito e a alta dos custos de produção colocam em risco a capacidade produtiva do agronegócio brasileiro, com impactos diretos sobre emprego, renda e arrecadação.
O apelo foi seguido de resposta do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que afirmou que o tema já está em discussão na Casa. Ele mencionou uma reunião realizada na semana passada e informou que o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da matéria na Comissão de Assuntos Econômicos, ficou responsável por conduzir o encaminhamento da proposta. O projeto, de autoria do deputado Domingos Neto, já foi aprovado pela Câmara.
Jayme Campos sustentou que o cenário atual é de forte pressão sobre os produtores rurais, em meio a juros elevados, oscilações cambiais, queda nos preços das commodities, deficiência no seguro agrícola e restrição ao crédito. Segundo ele, essa combinação de fatores amplia o risco de recuperação judicial no agro e compromete a próxima safra. No discurso, o senador citou ainda os reflexos internacionais sobre os custos de combustíveis, fretes e fertilizantes, além das dificuldades logísticas enfrentadas por Estados produtores como Mato Grosso.
De acordo com o parlamentar, o agro é hoje, proporcionalmente, o setor com maior número de empresas em recuperação judicial no país. Ele citou dados do Monitor RGF segundo os quais, entre 2024 e 2025, houve aumento de 70% no número de companhias do setor nessa situação. Também destacou a insuficiência do seguro agrícola e a crescente restrição ao crédito rural, fatores que, segundo ele, elevam o custo do dinheiro e ampliam a insegurança no campo.
Jayme Campos reforçou que a situação preocupa não apenas os produtores, mas também os governos estaduais, diante da perspectiva de queda na arrecadação. Como exemplo, mencionou os preços da soja e do milho em Mato Grosso, afirmando que, nos níveis atuais, as cotações já não cobrem adequadamente os custos de produção.
“Renegociar dívidas não significa conceder privilégio ao produtor, mas preservar a capacidade produtiva do país e evitar uma crise mais ampla no setor que mais contribui para a balança comercial brasileira”, afirmou o senador. Para ele, a medida é essencial para evitar o agravamento da crise no campo em 2026 e 2027.
O parlamentar também manifestou satisfação com o posicionamento da Presidência do Senado. A sinalização dada por Davi Alcolumbre, ao reconhecer a relevância do tema e mencionar articulações em curso, foi interpretada por Jayme Campos como um indicativo de que o Senado poderá acelerar a análise da proposta e avançar na construção de uma resposta para o setor produtivo.
“O agro precisa ser protegido. Precisa ser valorizado. Precisa ser tratado como setor estratégico” – disse o líder ruralista. “Esta é uma pauta suprapartidária. É uma pauta do Brasil. É uma pauta do desenvolvimento”.
Senador mato-grossense diz que não apoia modelo com obras concentradas no fim do contrato e anuncia mobilização para cobrar mudanças na ANTT
O senador Jayme Campos (União-MT) endureceu o discurso nesta terça-feira, 14, durante audiência pública promovida pela Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT), ao criticar o prazo previsto para as obras de ampliação na BR-163/230, entre Sinop (MT) e Miritituba (PA). Ao se manifestar contra a proposta, ele anunciou uma intensa mobilização da bancada federal de Mato Grosso para pressionar por mudanças no cronograma e até mesmo convocação das partes para esclarecimentos junto a Comissão de Infraestrutura do Senado.
A audiência pública foi convocada para discutir a repactuação do contrato da Via Brasil em um dos principais corredores logísticos do país. Segundo a ANTT, a proposta em debate abrange 1.009 quilômetros de extensão, com previsão de R$ 10,4 bilhões em investimentos, R$ 4,7 bilhões em custos operacionais e contribuições públicas abertas até 22 de abril.
“Não é isso que nós queremos lá, não. Nós não queremos transformar isso aqui também na mesma coisa que foi a Rota do Oeste lá atrás: um verdadeiro caça-níquel, que prejudicou o povo de Mato Grosso por muitos anos e que, lamentavelmente, só começou a avançar quando o governo do Estado assumiu para que a obra, de fato, fosse realizada” – frisou Campos.
A proposta apresentada na audiência prevê, entre outras intervenções, duplicação de aproximadamente 246 quilômetros, implantação de 393 quilômetros de novas vias e faixas adicionais, 30 quilômetros de vias laterais, além de melhorias em interseções, retornos, passarelas e pontos de ônibus. Na avaliação do senador, no entanto, o problema não está apenas no volume de investimentos, mas principalmente na velocidade de entrega e na prioridade adotada para os segmentos com maior registro de acidentes.
No centro da reação de Jayme Campos está o tempo previsto para a execução das obras mais pesadas. Ao afirmar que “não pode concordar” com o modelo apresentado, o senador atacou especialmente a perspectiva de levar até nove anos para concluir a duplicação de cerca de 246 quilômetros, classificando a lógica como uma “inversão de prioridade”, sobretudo porque os trechos mais críticos em acidentes, entre Guarantã do Norte, Matupá e Peixoto de Azevedo, ficariam para as etapas finais.
“Imaginem: nove anos para fazer 246 quilômetros de asfalto e duplicação. Isso não tem o meu apoio. Aqui, já quero manifestar o meu voto contrário” – disse o senador. Ele reforçou a crítica ao cronograma: “Não é possível aceitar nove anos, não”. Segundo Jayme, deixar viadutos e intervenções estruturais para o fim do prazo significa prolongar o risco para motoristas e transportadores que dependem diariamente da rodovia.
Jayme Campos disse que não está satisfeito com o desenho atual do projeto e defendeu uma reformulação que atenda melhor os interesses de Mato Grosso. Para ele, uma rodovia estratégica para o escoamento da produção e para a circulação de milhares de pessoas não pode ter as obras mais urgentes empurradas para o nono ano de execução. O objetivo, segundo ele, é cobrar esclarecimentos técnicos e pressionar por uma revisão da ordem de execução das obras para antecipar os trechos considerados mais perigosos.
Estiveram presentes na audiência o deputado federal Fábio Garcia, o deputado estadual Diego Guimarães, o prefeito de Matupá Bruno Mena e vereadores do município, além de diversas lideranças da região.
Com parecer favorável do senador Jayme Campos, PL 4.229/2025 segue para análise da Câmara dos Deputados
Um trecho da BR-163, em Sorriso (MT), pode passar a se chamar Rodovia Professor Gerson Luiz Bicego, ligando o nome de um educador e ex-gestor público a uma das principais rotas de escoamento da produção agrícola da região. A mudança está no PL 4.229/2025, aprovado nesta terça-feira (14) pela Comissão de Infraestrutura (CI).
De acordo com o relatório de Jayme Campos, a homenagem segue as regras legais para nomeação de obras públicas, que exigem referência a pessoa falecida com serviços relevantes prestados. Gerson Luiz Bicego (1970-2025) teve atuação em Sorriso como professor de história, vereador, vice-prefeito por dois mandatos e presidente da Câmara Municipal.
Na prática, o projeto de autoria do senador Wellington Fagundes (PL-MT) altera a denominação de parte da rodovia federal no município. A matéria foi aprovada em decisão terminativa. Texto segue para análise da Câmara dos Deputados.
Andressa Anholete/Agência Senado, com assessoria
Jayme Campos apresentou voto favorável ao PL 6.412/2025, de Astronauta Marcos Pontes; texto vai à Câmara
O dia 29 de outubro pode se tornar uma data oficial de reconhecimento aos mecânicos de manutenção aeronáutica, profissionais responsáveis por garantir a segurança de voos no país. A inclusão no calendário nacional está prevista no PL 6.412/2025, aprovado pela Comissão de Infraestrutura (CI).
A proposta institui o Dia Nacional do Mecânico de Manutenção Aeronáutica com o objetivo de dar visibilidade a uma atividade ligada diretamente à prevenção de falhas e à proteção de aeronaves e passageiros.
O projeto é do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) e teve parecer favorável do senador Jayme Campos (União-MT). Texto segue à Câmara dos Deputados se não houver recurso para votação em Plenário.
Data simbólica – No relatório apresentado, Jayme Campos aponta que a escolha da data faz referência ao suboficial Marcelo dos Santos Dias, da Força Aérea Brasileira, morto em 2009 após atuar no resgate de passageiros em um acidente aéreo na Amazônia. O episódio é apontado como símbolo do compromisso desses profissionais com a segurança operacional.
O parecer também destaca que a criação da data busca ampliar o reconhecimento de uma categoria que atua, em geral, nos bastidores, mas é essencial para o funcionamento seguro da aviação civil e militar, além de incentivar a valorização técnica da atividade.
Andressa Anholete/Agência Senado
Senador visitou Boa Esperança do Norte e Nova Ubiratã, entregou equipamentos viabilizados por emendas
O senador Jayme Campos (União-MT) visitou nesta sexta-feira, 10, os municípios de Boa Esperança do Norte e Nova Ubiratã, onde realizou a entrega de equipamentos adquiridos com recursos de emendas parlamentares destinadas ao Orçamento da União. Durante a agenda, ele reafirmou sua disposição de continuar atuando em defesa do fortalecimento dos municípios mato-grossenses.
Em Boa Esperança do Norte, lideranças locais agradeceram ao parlamentar pela presença e pelo apoio que vem sendo destinado ao município. As máquinas entregues deverão contribuir de forma significativa para o atendimento aos produtores rurais, especialmente da agricultura familiar.
“O senador Jayme Campos é um político que trabalha por todos, pelos 142 municípios, atendendo a todos e ajudando em tudo o que é possível”, afirmou o vereador Sidiney Ferreira.
Já em Nova Ubiratã, lideranças destacaram a receptividade do senador às demandas municipais e a atenção dispensada a prefeitos e vereadores sempre que estão em Brasília. Jayme Campos assumiu o compromisso de continuar destinando recursos para melhorias na atenção à saúde pública.
“Desde que assumimos este mandato de senador, temos percorrido os municípios e dialogado com as lideranças para buscar soluções para os maiores problemas da população. E faremos assim até o último dia deste mandato”, destacou o senador.
Em 2025, a liberação de recursos provenientes de emendas apresentadas por Jayme Campos superou R$ 230 milhões, beneficiando todos os municípios de Mato Grosso. Segundo o parlamentar, o esforço é para garantir que os recursos pagos pela população retornem em investimentos e cheguem a quem mais precisa
Senador intermediou reunião com a Anatel e vereadores do município para destravar uma demanda antiga da população do distrito
Uma articulação liderada pelo senador Jayme Campos (União-MT) colocou em pauta, nesta terça-feira, 8, a busca por uma solução para levar sinal de telefonia móvel ao distrito de Santo Antônio do Fontoura, em São José do Xingu, no nordeste de Mato Grosso. A reunião contou com a participação de vereadores do município e representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com o objetivo de avançar nas providências necessárias para assegurar cobertura celular à comunidade.
A iniciativa enfrenta um problema antigo. Santo Antônio do Fontoura é um distrito importante de São José do Xingu, com população estimada em 993 habitantes, mas a falta de conectividade já havia sido registrada publicamente anos atrás, inclusive com relatos de que uma torre chegou a ser instalada sem que o sinal fosse efetivamente disponibilizado à população.
Ao intermediar o encontro com a Anatel, Jayme Campos reforça a cobrança para que o avanço regulatório se converta em melhoria concreta na vida da população. Em regiões afastadas dos grandes centros, o acesso à telefonia móvel deixou de ser apenas uma conveniência: é ferramenta essencial para comunicação familiar, atendimento de saúde, atividade comercial, segurança e acesso a serviços públicos.
“Não é admissível que uma comunidade importante como Santo Antônio do Fontoura continue isolada digitalmente. A telefonia móvel hoje é instrumento de cidadania, de desenvolvimento e de segurança. Nosso trabalho é cobrar e articular para que esse sinal chegue de forma efetiva à população” – disse o senador.










