O senador Jayme Campos participou neste sábado (20) da inauguração do primeiro trecho operacional da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo, em Dom Aquino. A entrega da obra marca um novo capítulo para a logística de Mato Grosso, ampliando a capacidade de escoamento da produção agrícola e fortalecendo a infraestrutura de transporte do estado.
A solenidade contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin(PSB),do ministro dos Transportes, George Santoro, Diretor-Presidente da Rumo Pedro Palma, além de Senadores,federais, estaduais, municipais e representantes do setor produtivo.
Hoje foi entregue o primeiro trecho de 162 quilômetros da ferrovia e o novo terminal ferroviário localizado às margens da BR-070. O empreendimento integra a primeira ferrovia estadual do país e é considerado o maior projeto ferroviário atualmente em execução no Brasil.
Jayme Campos destacou a importância estratégica da obra para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso.
“Essa ferrovia representa progresso, geração de empregos, redução dos custos logísticos e mais competitividade para os nossos produtores. É uma obra que ajudará a impulsionar ainda mais o desenvolvimento de Mato Grosso”, afirmou o senador.
A expectativa é que a ferrovia amplie significativamente a capacidade de transporte de cargas, reduza o fluxo de caminhões nas rodovias e proporcione mais eficiência logística para os setores produtivos do estado.
“Estamos construindo um Mato Grosso cada vez mais preparado para crescer, gerar oportunidades e continuar sendo referência nacional na produção e no desenvolvimento”, concluiu o senador.
O senador Jayme Campos visitou a unidade da Universidade do Estado de Mato Grosso em Rondonópolis e anunciou a destinação de recursos para a ampliação da oferta de cursos superiores no município.
Durante o encontro, Jayme Campos confirmou a liberação imediata de R$ 1,1 milhão para dar início à implantação de três novos cursos: Licenciatura em Educação Física, Bacharelado em Direito e Tecnologia em Biocombustíveis. O parlamentar também garantiu a complementação dos recursos até alcançar o montante de R$ 4,125 milhões.
“Eu já autorizei a liberação de R$ 1,1 milhão para iniciarmos esse importante investimento. Em novembro vamos complementar os outros recursos necessários. É muito gratificante para mim contribuir com o fortalecimento da UNEMAT, uma instituição da qual tive a honra de participar do processo de criação e que hoje transforma a vida de milhares de mato-grossenses por meio da educação”, afirmou o senador.
O diretor da unidade da UNEMAT em Rondonópolis, Caio Abreu, agradeceu o apoio do parlamentar e destacou a relevância do investimento para a região.
“Esse investimento representa um avanço histórico para a nossa universidade. Esses novos cursos amplia oportunidades para os jovens, fortalece a formação profissional e contribui diretamente para o desenvolvimento de Rondonópolis e de toda a região sul do Estado”, ressaltou.
A iniciativa reforça o compromisso de Jayme Campos com o fortalecimento do ensino superior público e com a formação de profissionais qualificados para atender às demandas do mercado de trabalho e do desenvolvimento regional de Mato Grosso.
O senador Jayme Campos recebeu uma importante demonstração de apoio político na noite desta quinta-feira (18), durante encontro realizado no Centro de Eventos Tulipas, em Rondonópolis. O evento reuniu mais de 600 pessoas, entre lideranças políticas, vereadores, prefeitos, empresários e representantes da sociedade civil de diversos municípios da região Sudeste de Mato Grosso.
A mobilização contou com a presença de 11 vereadores de Rondonópolis, além de parlamentares dos municípios de Juscimeira, Itiquira e Pedra Preta. O prefeito de Guiratinga também participou do encontro, reforçando o apoio ao projeto político liderado pelo senador.
Durante seu pronunciamento, Jayme Campos destacou os investimentos e ações que tem destinado à região ao longo de sua trajetória pública, especialmente nas áreas da saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento regional.
Entre as propostas apresentadas, Jayme Campos defendeu a construção de um novo hospital regional para fortalecer o atendimento de saúde no Sudeste mato-grossense e a implantação de uma universidade federal em Rondonópolis, ampliando o acesso ao ensino superior e criando novas oportunidades para os jovens da região.
“Meu compromisso é trabalhar para garantir mais qualidade de vida à população. Precisamos fortalecer a saúde pública com a construção de um novo hospital regional e lutar pela criação de uma universidade federal em Rondonópolis, preparando nossos jovens e impulsionando o desenvolvimento de toda a região”, afirmou o senador.
O encontro foi marcado por manifestações de apoio das lideranças presentes, que destacaram o trabalho municipalista desenvolvido por Jayme Campos e sua atuação na destinação de recursos para os municípios mato-grossenses.
Para o senador, o fortalecimento dos municípios é fundamental para o crescimento de Mato Grosso. “É nos municípios que as pessoas vivem e precisam dos serviços públicos funcionando. Por isso, sempre trabalhei para levar investimentos e buscar soluções que atendam às necessidades da população”, concluiu.
Ao todo, ainda estão previstos pagamentos da ordem de R$ 200 milhões ao longo do ano por meio de indicações do parlamentar ao Orçamento da União
O senador Jayme Campos garantiu o pagamento de R$ 131 milhões às prefeituras e ao governo de Mato Grosso apenas no primeiro semestre de 2026 por meio de emendas ao Orçamento da União. O maior montante é destinado à saúde, R$ 88,3 milhões, seguido por infraestrutura, com R$ 42,7 milhões. Os pagamentos alcançaram até agora 85 municípios, que já contam com os recursos em caixa para reforçar o atendimento à população.
Jayme destacou a importância das indicações parlamentares ao Orçamento e reforçou a necessária transparência e rastreabilidade dos recursos. “Todas as minhas emendas têm destino, correta aplicação e resultado efetivo na ponta, isto é o que peço a todos os gestores para atender às demandas dos municípios”, afirmou o senador.
Entre as transferências para a saúde, os recursos incluem o custeio dos sistemas de atenção primária e de média e alta complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Dentre as cidades beneficiadas com recursos para custeio do SUS, Várzea Grande teve depositado, terça (16), R$ 1,3 milhão. Outros R$ 3,8 milhões também serão pagos nos próximos dias, atendendo Cotriguaçu, Gaúcha do Norte, Guiratinga, Matupá, Porto Alegre do Norte e Sorriso.
“Sei das dificuldades que os municípios têm para prestar o atendimento à população, por isso sempre priorizei o diálogo acima de qualquer diferença ideológica para resolver os desafios que a nossa gente enfrenta. Com esses recursos na ponta, reforço meu compromisso com o municipalismo e com o povo”, afirmou.
Também estão contabilizados nos pagamentos em saúde, a construção ou reforma de Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e de Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) em Confresa, Nova Bandeirantes, Poconé, Pontal do Araguaia e São José do Povo.
Infraestrutura e maquinários
Dentre os pagamentos em infraestrutura, por exemplo, há indicações para a construção de estradas vicinais, pavimentação urbana, construção de praças, centros de eventos e ginásios públicos em Barra do Garças, Chapada dos Guimarães, Curvelândia, General Carneiro, Paranaíta, Pontal do Araguaia, São Pedro da Cipa e Vera.
Outro destaque é a entrega de maquinários, que somam R$ 16,6 milhões do total dos recursos para infraestrutura pagos a Mato Grosso por meio das emendas do senador Jayme Campos. Foram garantidos R$ 6,7 milhões junto ao Ministério da Agricultura para a aquisição de caminhões truck, além de R$ 9,9 milhões para a compra de caminhões pipa e caminhões basculante por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional.
O senador Jayme Campos (União-MT), pré-candidato ao governo de Mato Grosso, foi designado membro titular da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) para 2026. Em reunião ocorrida de forma semipresencial, nesta terça-feira (16), foi eleito presidente do colegiado o deputado Domingo Neto (PSD-CE).
“O orçamento é o principal instrumento de planejamento financeiro do Brasil. Ele impacta diretamente a vida do cidadão brasileiro. É o orçamento que converte as arrecadações de impostos em políticas públicas reais, garantindo a manutenção do Estado e investimentos em áreas vitais com saúde, educação e segurança”, destacou o senador.
Jayme Campos destacou também as funções e importâncias do Orçamento Geral da União. “O orçamento funciona como a principal ferramenta de política econômica. É ele que define exatamente quando e onde o dinheiro federal será investido. No próprio orçamento são estabelecidos um sistema de fiscalização, transparência e controle, além de impor limites e organizar as contas públicas”, enfatizou.
Na reunião devem ser eleitos o presidente e o vice-presidente da comissão. A CMO é responsável por votar projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao Orçamento da União e a créditos adicionais. As funções de direção da CMO, de relator-geral da LOA e de relator da LDO são exercidas, de forma alternada, por senadores e deputados.
As lideranças partidárias do Congresso fazem a indicação dos membros para compor a comissão. Neste ano, obedecendo à regra de alternância, um deputado será o presidente da comissão e os relatores da LOA e da LDO, que serão formalizados em outro momento, serão senadores.
Impacto de R$ 120 bilhões representa menos de 1% da arrecadação de impostos do governo federal em 2026
O setor mais importante da economia nacional nos últimos anos, responsável por R$ 3,2 trilhões em movimentações financeiras ou 25% do Produto Interno Bruto (PIB) que é toda a riqueza produzida no Brasil, o agronegócio em sua grande maioria, com raras exceções, se encontra endividado e precisando securitizar suas dívidas. Por isso, o Senado da República aprovou projeto que autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal e de outras fontes para criar uma linha especial de financiamento destinada a produtores rurais. O PL 5122/23 dá aos produtores o direito a uma linha especial de refinanciamento de dívidas, com carência, juros mais baixos e prazo alongado.
“Construí com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União) a votação desta proposta que é fundamental para a economia nacional, pois o agronegócio tem capacidade, capilaridade para quitar suas dívidas desde que com regras diferenciadas, pois o setor acabou atingido pela instabilidade econômica mundial e as alterações de humor do mercado graças as tarifas impostas pelo Governo dos Estados Unidos que afetaram os preços tanto para venda como para aquisição de insumos como óleo diesel, calcário, fertilizantes hidrogenados, máquinas, implementos agrícolas entre outros” disse Jayme Campos.
O senador por Mato Grosso lembrou ainda que o agronegócio é gerador de 28,4 milhões de empregos diretos ou aproximadamente 26,3% de todas as ocupações do mercado de trabalho nacional, significando que mais de 1 a cada 4 trabalhadores brasileiros está ligado direta ou indiretamente ao setor, envolvendo toda a cadeia produtiva – desde o trabalho dentro da propriedade rural até a indústria de insumos, agroindústrias e serviços relacionados.
Jayme Campos minimizou a fala de técnicos do Ministério da Fazenda quando ao impacto financeiro desta medida aprovada pelo Senado e que estipula um valor de R$ 120 bilhões ao longo de uma década. “Não existe pauta-bomba até porque estamos tratando de regras de endividamento, mas com pagamentos previstos e o melhor, com a oxigenação do setor produtivo, que menos endividado ganha fôlego para investir mais, produzir mais e gerar mais riquezas, tanto para pagar o já devido como potencializar ainda mais o Brasil que tem no agronegócio um dos seus principais impulsionadores das exportações”, disse Jayme Campos.
Ele citou que o Ministério da Fazenda aponta para um impacto da ordem de R$ 120 bilhões em uma década, ou seja, em 120 meses, cerca de R$ 1 bilhão ao mês ou R$ 12 bilhões/ano. “A arrecadação do Governo Federal tomando por base os valores já arrecadados neste ano de 2026, está em R$ 2.523.056 trilhões até os 10 primeiros dias de junho, portanto vai passar de R$ 6 trilhões neste ano, já que em 2025 fechou em um montante de R$ 5.614.085 trilhões e o valor total de um ano com a securitização das dívidas do agronegócio, o mais importante setor da economia nacional que é de R$ 12 bilhões representa 0,19% do total das receitas, ou seja, menos de 1%.
Jayme Campos reconheceu que existem outras matérias sendo apreciadas e que tem impacto na economia nacional e que o Senado tem sua responsabilidade ao votar essas matérias, principalmente ao demonstrar de onde sairão as receitas para subsidiar essas despesas, o que não seria o caso da securitização das dívidas do agronegócio que tem expectativa de movimentação financeira para fazer frente a essas pendências no futuro.
“As dificuldades do produtivos do agronegócio são momentâneas, pois existem boas perspectivas futuras e com certeza o setor vai superar as adversidades, principalmente com uma mais rápida e eficiente recuperação com a securitização das dívidas já existentes, pois para produzir alimentos, criar animais, explorar o meio ambiente de forma racional é necessário que se invista”, assinalou Jayme Campos.
A securitização é o processo financeiro de transformar dívidas ou recebíveis futuros (como parcelas a prazo, financiamentos e aluguéis) em títulos negociáveis no mercado de capitais. Isso permite que empresas antecipem o recebimento de recursos, enquanto investidores compram esses títulos em busca de rentabilidade. Jayme Campos comemorou a aprovação do projeto que autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal e de outras fontes para criar uma linha especial de financiamento destinada a produtores rurais. “Eu cobrei urgência e votação do presidente Davi Alcolumbre para votar essa matéria porque eu reconheço a importância do trabalhador do campo e a dificuldade que é produzir alimentos para o Brasil e o mundo. O nosso agro atravessa uma dificuldade muito grande, por isso o projeto é meritório, extremamente necessário e justo para o homem e a mulher do campo”, afirmou Jayme.
A matéria foi aprovada sem a concordância do governo em relação ao texto final, encaminhado à Câmara dos Deputados para votação final. Foram semanas de negociação, o que fez com que a deliberação em Plenário fosse adiada até ontem. O projeto atende a uma demanda antiga do setor produtivo rural, que indica perdas de mais de R$ 700 bilhões entre 2013 e 2024 apenas devido a desastres climáticos. Os financiamentos terão como limites os valores de R$ 10 milhões por beneficiário e de R$ 50 milhões por associação ou cooperativa. O prazo para o pagamento poderá chegar a dez anos, acrescidos de três anos de carência, conforme o caso. O crédito poderá ser usado para quitar dívidas de crédito rural e empréstimos contratadas até 31 de dezembro de 2025, renegociadas ou não. Os débitos serão recalculados sem multa, mora e outros encargos por inadimplência.
O senador Jayme Campos participou da audiência de conciliação entre os estados de Mato Grosso e do Pará realizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flavio Dino na manhã desta quarta-feira (10). Mais do que uma disputa territorial de cerca de 22 mil km² na fronteira entre os dois estados, o caso é emblemático porque trata do fornecimento de serviços públicos à população sul-paraense, atendida em grande parte no Norte mato-grossense.
Dino também convocou os procuradores dos dois Estados para uma reunião de encaminhamento prático da questão. A dúvida territorial já foi julgada a favor do Pará pelo STF, mas Mato Grosso recorreu na ação por entender que os atendimentos prestados à população paraense em Mato Grosso devem ter amparo legal.
“A questão é construir uma solução que atenda não aos Estados, mas às pessoas que vivem na região e estão à mercê da falta de segurança imposta às administrações municipais, responsáveis pela saúde, educação, segurança e atendimento social. É inaceitável que, em pleno 2026, ainda se tenha uma disputa que não leva a lugar nenhum e que deveria ser pautada pelo bom senso”, afirmou Jayme
Prefeito de Paranaíta, Osmar Moreira fez um discurso contundente e emocionado sobre a realidade da região. Ele criticou a falta de assistência do governo do Pará para com a sua população da região Sul e afirmou se sentir obrigado a entrar no território paraense para prestar atendimento. Por isso, justificou o ingresso de uma ação indenizatória de R$ 29 milhões para cobrir os gastos com os atendimentos extraordinários em saúde, educação, segurança pública e infraestrutura.
“Uma senhora sofreu mal súbito e tivemos que entrar 120 km no território paraense para socorrê-la. Outro caso envolveu um crime, onde tivemos que deslocar forças policiais de Mato Grosso para atuar no caso. E como esses exemplos recentes, há inúmeros outros casos, inclusive de bitributação. Não quero discutir território, quero discutir atendimento à população”, afirmou.
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, sugeriu a construção de uma solução por meio de acordos entre os dois estados e a governadora do Pará, Hana Tuma, afirmou estar aberta ao diálogo. Entre os participantes da reunião estiveram os senadores Carlos Fávaro, Wellington Fagundes, Zequinha Marinho (PA), os presidentes das assembleias legislativa de Mato Grosso e do Pará, os deputados estaduais Max Russi e Chicão, além de deputados federais, estaduais, prefeitos e lideranças da região.
Em discurso no Senado, senador alerta que estado se tornou o mais violento do Centro-Oeste para os jovens e cobra urgência no endurecimento das leis penais
Na contramão da tendência nacional de queda nos índices de criminalidade, o estado de Mato Grosso registrou um aumento de 23% no número absoluto de homicídios ao longo dos últimos cinco anos. O alerta foi levado, nesta terça-feira (9), à tribuna do Senado pelo senador Jayme Campos, que manifestou preocupação com a situação e pediu redução da maioridade penal para crimes graves, endurecimento das leis penais, fortalecimento da segurança das fronteiras e políticas públicas de prevenção à criminalidade.
Além dos números gerais da violência em Mato Grosso, Jayme apontou outra grave chaga sobre o tema: o Estado é o mais violento para a juventude na região Centro-Oeste. Entre jovens de 15 a 19 anos, o índice atinge a marca de 56,3 homicídios por 100 mil habitantes, taxa cinco vezes superior à registrada no estado de São Paulo e que supera os índices de estados como Rio de Janeiro e Pará. Nos últimos cinco anos, o crescimento de mortes violentas entre homens jovens foi de 55%.
“Quando perdemos um jovem para a violência, perdemos sonhos, talentos, oportunidades e projetos de vida. As mortes atingem justamente a população em idade mais produtiva”, discursou o senador, apontando a contradição entre a pujança econômica do agronegócio mato-grossense e a realidade de suas cidades.
Caso Olga
O senador também relembrou o caso da menina Olga Beatriz, de 12 anos, recentemente assassinada pelo próprio pai em Várzea Grande. “Não existem palavras capazes de amenizar a dor dessa família, mas existe uma obrigação do Estado: garantir de crimes dessa natureza sejam punidos com todo o rigor da lei”, disse.
O senador Jayme Campos votou favoravelmente ao projeto de lei (PL 1482/2019) que cria o crime qualificado de furto ou roubo de petróleo, gás natural e outros combustíveis, durante votação da matéria na Comissão de Infraestrutura do Senado. O parlamentar lamentou o número de crimes do tipo em todo país e criticou a falta de efetivo policial nos Estados, inclusive em Mato Grosso.
“Em Mato Grosso, temos uma população de quase 4 milhões de habitantes e um efetivo de 7,4 mil policiais militares. Mantida a proporção, é o mesmo efetivo que deixei lá atrás, quando fui governador, ou seja, o Estado cresceu, a população dobrou e a presença das forças policiais está abaixo das necessidades, é muito pouco”, criticou.
Jayme sugeriu que, diante da incapacidade do Estado em responder à escalada criminosa, seria o caso de solicitar apoio das Forças Armadas para ajudar na fiscalização. “As polícias estão aquém de fazer esse enfrentamento por falta de efetivo, então minha preocupação é grande e acredito que devemos endurecer o combate ao crime com propostas como estas”, disse.
Roubo de cargas – Prática semelhante ao roubo de combustíveis, Jayme também apontou para o problema crescente do roubo de cargas no país. Ele é autor do PL 4104/2024, que propõe aumentar as penas de roubo e receptação de cargas.
“Devemos endurecer as leis e fazer com que elas sejam cumpridas, hoje, infelizmente, o bandido é preso com muita dificuldade pelas forças de segurança, não passa 48 horas, paga uma fiança, entra com o habeas corpus, é solto, e ele continua assaltando, roubando, muitas vezes cometendo até latrocínio”, lamentou.
Senador mato-grossense lembrou que como político e empresário considera a medida um estímulo para os trabalhadores
“O povo de Mato Grosso sabe que pode confiar”. Assim disse o senador Jayme Campos (União) se manifestou em post em suas mídias sociais em defesa da aprovação do fim da escala de trabalho 6×1. Na mensagem, ele assegurou que vai trabalhar para que a Mesa Diretora do Senado coloque a matéria em apreciação o quanto antes.
Empresário e político e representante popular, Jayme Campos assinalou que é importante estimular, trabalhadores e trabalhadoras e uma escala de 5 dias trabalhados ou 40 horas semanais e dois dias de folga se torna uma vantagem a mais na relação trabalhista.
“O Brasil tem dimensões continentais e várias culturas e regras diferenciadas e assim também acontece no Mato Grosso que é maior do que muitos países, então existem várias nuances na relação entre patrão e empregado, por isso leis trabalhistas são importantes para assegurar os direitos e deveres tanto de quem emprega como de quem é empregado e naquilo que for favorável ao trabalhador, sempre contou durante toda minha vida pública e privada como vai continuar contando com meu integral apoio” – disse Jayme Campos.
“Quero deixar bem claro minha posição para os trabalhadores de Mato Grosso. Sou a favor e vou votar no Senado pelo fim da Escala 6×1, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, exatamente como foi aprovada na Câmara” – acrescentou.
Jayme Campos foi mais longe ao frisar que defende que “o Senado vote o mais rápido possível essa proposta” e arremata: “Está dado o recado. O povo de Mato Grosso sabe que pode confiar” – ressaltou.










